Química · transesterificação · polímeros
Uma das técnicas de reciclagem química do polímero PET [poli(tereftalato de etileno)] gera o tereftalato de metila e o etanodiol, conforme o esquema de reação, e ocorre por meio de uma reação de transesterificação. O composto A, representado no esquema de reação, é o
O que a prova mostra
Um esquema de reação química, lido da esquerda para a direita.
À esquerda, a estrutura do PET: um anel aromático com um grupo C=O de cada lado; do da direita sai um O ligado a uma cadeia de dois carbonos que fecha de volta. Tudo entre colchetes, com um n subscrito fora do colchete direito — a unidade que se repete. O rótulo PET está embaixo.
Depois vem + 2n A — o composto incógnito, em negrito.
A seta da reação é horizontal e larga, com os dizeres Altas temperaturas e pressão escritos acima dela.
À direita, os dois produtos:
n seguido de um **anel aromático com um COOCH₃ em cima e outroembaixo**;
+ n seguido de uma cadeia curta com HO numa ponta e OH naoutra.
metano
metanol
éter metílico
ácido etanoico
anidrido etanoico
O produto é tereftalato de METILA: o grupo metila vem do álcool que entra na reação. Na transesterificação, esse álcool é o metanol.
Por que a B é a certa
Na transesterificação, um éster reage com um álcool e troca a parte alcoólica. O PET é um poliéster de etilenoglicol. Os produtos são tereftalato de metila, com grupos COOCH₃, e etanodiol. Os grupos metila vieram do álcool A, que substituiu o etanodiol nos ésteres: A é o metanol, CH₃OH, dois para cada unidade do polímero, por isso o coeficiente 2n.
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