Física · óptica da visão · refração
A maioria das pessoas fica com a visão embaçada ao abrir os olhos debaixo dʼágua. Mas há uma exceção: o povo moken, que habita a costa da Tailândia. Essa característica se deve principalmente à adaptabilidade do olho e à plasticidade do cérebro, o que significa que você também, com algum treinamento, poderia enxergar relativamente bem debaixo dʼágua. Estudos mostraram que as pupilas de olhos de indivíduos moken sofrem redução significativa debaixo dʼágua, o que faz com que os raios luminosos incidam quase paralelamente ao eixo óptico da pupila. GISLÉN, A. et al. Visual Training Improves Underwater Vision in Children. Vision Research, n. 46, 2006 (adaptado). A acuidade visual associada à redução das pupilas é fisicamente explicada pela diminuição
da intensidade luminosa incidente na retina
da difração dos feixes luminosos que atravessam a pupila
da intensidade dos feixes luminosos em uma direção por polarização
do desvio dos feixes luminosos refratados no interior do olho
das reflexões dos feixes luminosos no interior do olho
Com a pupila pequena, só entram raios quase paralelos ao eixo do olho. Eles se desviam menos ao refratar, e a imagem fica nítida.
Por que a D é a certa
Debaixo d'água, a córnea quase não desvia a luz, e a imagem fica embaçada. Os moken contraem a pupila, e o texto diz que assim os raios incidem quase paralelamente ao eixo óptico. Raios próximos ao eixo sofrem desvios menores ao atravessar o olho e se concentram melhor, como numa câmera com diafragma fechado. A acuidade melhora pela diminuição do desvio dos feixes refratados no interior do olho.
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