Espanhol · poesia chicana · identidade
Oye, Pito, ésta es: la vida bruta de un boy mis tierras eran nuevo méxico, colorado, california, arizona, tejas, y muchos otros senderos, aún cuando la luz existía sonrientemente
en las palabras de mis antepasados... era entonces hombre, maduro y sencillo como los cerros y los peñascos, y mi cultura era el atole, el chaquehue, y los buenos días; mi idioma cantaba versículos por los cañones de tierra roja y tierra amarilla... Hoy sí, hoy ya no soy mejicano ni hispano ni tampoco americano, pero soy — y bien lo siento ser — una sombra del pasado y un esfuerzo hacia el futuro... SÁNCHEZ, R. Disponível em: www.materialdelectura.unam.mx. Acesso em: 4 dez. 2017. Ao abordar a expropriação de territórios mexicanos pelos Estados Unidos, o eu lírico do poema revela um(a)
rejeição da língua utilizada por seus antepassados
desejo de pertencimento ao espaço estadunidense
certeza de manutenção de suas tradições
reivindicação de um mundo unificado
sentimento de conflito de identidades
O eu lírico já não se sente mexicano, nem hispano, nem americano: é sombra do passado e esforço para o futuro. Identidades em conflito.
Por que a E é a certa
O poema lembra as terras que eram mexicanas, como Novo México, Califórnia e Texas, e uma cultura de comidas e palavras dos antepassados. Depois da perda, o eu lírico diz que já não é mexicano nem hispano, nem tampouco americano: é uma sombra do passado e um esforço em direção ao futuro. Ele vive entre identidades que não se resolvem.
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Precisava saber