Linguagens · suportes textuais · poesia urbana
TEXTO I Poesia em cartaz O caminho habitual para o trabalho, aquele em que a gente já nem repara direito, pode ficar mais belo com um poema. O projeto #UmLambePorDia nasceu desta intenção: trazer mais cor e alegria para a cidade por meio de cartazes coloridos ao estilo lambe-lambe. Quem teve a ideia foi o escritor Leonardo Beltrão, em Belo Horizonte. “Em meio a olhares cada vez mais viciados, acabamos nos esquecendo da beleza envolvida em cada esquina e no próprio poder transformador da palavra”. Assim, a cada dia um cartaz é colocado por aí, para nos lembrar de reparar na cidade, na vida que corre ao redor e também em nós mesmos. TEXTO II Disponível em: www.vidasimples.uol.com.br. Acesso em: 6 dez. 2017 (adaptado). Considerando-se a função que os cartazes colados em postes normalmente exercem nas ruas das cidades grandes, esse texto evidencia a
O que a prova mostra
Uma fotografia de um cartaz de papel colado num poste, na rua. O poste é de madeira escura, e vê-se o fundo de uma calçada.
O cartaz é branco, retangular, colado de modo um pouco torto, e traz um texto em letras pretas maiúsculas, de traço grosso, distribuído em seis linhas:
`` ONTEM, FUI DORMIR COM SAUDADES DE MIM E HOJE, SUBITAMENTE, VOLTEI. ``
Não há imagem, cor, assinatura nem logotipo no cartaz — só o texto. É o "lambe-lambe" de que fala o Texto I.
disseminação da arte poética em um veículo não convencional
manutenção da expectativa das pessoas ao andarem pelas ruas
necessidade de exposição de poemas pequenos em diferentes suportes
característica corriqueira do suporte lambe-lambe, muito comum nas ruas
exposição da beleza escondida das esquinas da cidade de Belo Horizonte
Cartaz em poste costuma ser anúncio. Aqui é um poema: a poesia chega às ruas por um meio inesperado, o lambe-lambe.
Por que a A é a certa
Cartazes colados em postes costumam anunciar serviços e eventos. O projeto do Texto I usa esse suporte para outra coisa: espalhar poemas pela cidade. A foto do Texto II mostra o resultado: um papel branco colado num poste, só com um poema curto, sem logotipo nem assinatura. A poesia passa a circular num veículo que não é o seu, e isso é disseminar a arte poética em meio não convencional.
Esta página não sabe qual alternativa você marcou — o aplicativo sabe, e começa por ela. Nele esta questão ainda traz:
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Precisava saber