Linguagens · jogos eletrônicos · esporte e gênero
Em 2000 tivemos a primeira experiência do futebol feminino em um jogo de videogame, o Mia Hamm Soccer. Doze anos depois, uma petição on-line pedia que a EA Sports incluísse o futebol feminino no Fifa 13. Contudo, só em 2015, com uma nova petição on-line, que arrecadou milhares de assinaturas, tivemos o futebol feminino incluído no Fifa 16. Vendo um nicho de mercado inexplorado, a EA Sports produziu o jogo com 12 seleções femininas e o apresentou como inovação. A empresa sabe que mais de 40% dos praticantes de futebol nos EUA são meninas. Para elas, ver o futebol feminino representado em um jogo de videogame é extremamente importante. Ter o futebol feminino no Fifa 16 é um grande passo para a sua popularização na luta pela igualdade de gênero, num contexto machista, sexista, misógino e homofóbico. Disponível em: www.ludopedio.com.br. Acesso em: 5 jun. 2018 (adaptado). Os jogos eletrônicos presentes na cultura juvenil podem desempenhar uma relevante função na abordagem do futebol ao
disseminarem uma modalidade, promovendo a igualdade de gênero
superarem jogos malsucedidos no mercado, lançados anteriormente
inovarem a modalidade com novas ofertas de jogos ao mercado
explorarem nichos de mercado antes ignorados, produzindo mais lucro
reforçarem estereótipos de gênero masculino ou feminino nos esportes
Com seleções femininas no videogame, o futebol feminino ganha visibilidade entre os jovens: um passo pela igualdade de gênero.
Por que a A é a certa
O texto conta a luta para incluir o futebol feminino nos jogos da série Fifa, até a inclusão no Fifa 16, com 12 seleções femininas. Para as meninas que jogam futebol, ver a modalidade representada é muito importante. O texto conclui que isso é um grande passo para a popularização do futebol feminino na luta pela igualdade de gênero. Os jogos ajudam a disseminar a modalidade e promover a igualdade.
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