História · Roma Antiga · Guerras Púnicas
Com efeito, até a destruição de Cartago, o povo e o Senado romano governavam a República em harmonia e sem paixão, e não havia entre os cidadãos luta por glória ou dominação; o medo do inimigo mantinha a cidade no cumprimento do dever. Mas, assim que o medo desapareceu dos espíritos, introduziram-se os males pelos quais a prosperidade tem predileção, isto é, a libertinagem e o orgulho. SALÚSTIO. A conjuração de Catilina/A guerra de Jugurta. Petrópolis: Vozes, 1990 (adaptado). O acontecimento histórico mencionado no texto de Salústio, datado de I a.C., manteve correspondência com o processo de
demarcação de terras públicas
imposição da escravidão por dívidas
restrição da cidadania por parentesco
restauração de instituições ancestrais
expansão das fronteiras extrapeninsulares
A destruição de Cartago encerrou as Guerras Púnicas e abriu o Mediterrâneo a Roma: expansão para além da península.
Por que a E é a certa
Salústio diz que, até a destruição de Cartago, o medo do inimigo mantinha a harmonia em Roma, e que depois vieram a libertinagem e o orgulho trazidos pela prosperidade. A destruição de Cartago, em 146 a.C., encerrou as Guerras Púnicas e deu a Roma o domínio do Mediterrâneo ocidental. Esse acontecimento corresponde à expansão das fronteiras romanas para fora da península Itálica.
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