Geografia · Mercosul · blocos econômicos
Brasil e Argentina chegaram a um acordo para a redução em 10% da Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul. O consenso foi alcançado durante negociação entre o ministro das Relações Exteriores do Brasil e o seu equivalente argentino, no Palácio do Itamaraty, em Brasília, no início do mês de outubro de 2021. A redução da TEC é um antigo desejo do Brasil, que pretende abrir mais sua economia e, com isso, ajudar a controlar a inflação. Já a Argentina temia que a medida pudesse afetar sua produção industrial. O acordo vai abranger uma ampla gama de produtos e ainda será apresentado ao Paraguai e Uruguai, para que seja formalizado. Brasil e Argentina fecham acordo para corte de 10% na tarifa do Mercosul. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em: 8 out. 2021 (adaptado). A necessidade de negociação diplomática para viabilizar o acordo tarifário mencionado é explicada pela seguinte característica do Mercosul:
Limitação da circulação financeira
Padronização da política monetária
Funcionamento da união aduaneira
Dependência da exportação agrícola
Equivalência da legislação trabalhista
A Tarifa Externa Comum vale para todos os membros do Mercosul: mudá-la exige acordo entre eles. É o funcionamento da união aduaneira.
Por que a C é a certa
O Brasil queria reduzir a TEC para abrir a economia e controlar a inflação, mas não podia fazê-lo sozinho. A tarifa é comum aos membros do bloco, e por isso precisou negociar com a Argentina e ainda levar o acordo ao Paraguai e ao Uruguai. Tarifa externa comum é a marca da união aduaneira.
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