Sociologia · trabalho e tecnologia · inteligência artificial · precarização do trabalho
Por trás da “mágica” do Google Assistant de sua capacidade de interpretar 26 idiomas está uma enorme equipe de linguistas distribuídos globalmente, trabalhando como subcontratados, que devem rotular tediosamente os dados de treinamento para que funcione. Eles ganham baixos salários e são rotineiramente forçados a trabalhar horas extras não remuneradas. A inteligência artificial não funciona com um pozinho mágico. Ela funciona por meio de trabalhadores que treinam algoritmos incansavelmente até que eles automatizem seus próprios trabalhos. A Inteligência Artificial (IA) da economia freelancer está vindo atrás de você. Disponível em: https://mittechreview.com.br. Acesso em: 6 out. 2021 (adaptado).
O texto critica a mudança tecnológica em razão da seguinte consequência:
Diversificação da função
Mobilidade da população
Autonomia do empregado
Concentração da produção
Invisibilidade do profissional
A IA parece mágica, mas depende de linguistas mal pagos que rotulam dados. O texto critica que esse trabalho fica escondido.
Por que a E é a certa
O texto desfaz a "mágica": por trás do assistente que entende 26 idiomas há "uma enorme equipe de linguistas" subcontratados, com baixos salários e horas extras sem pagamento. E insiste: "A inteligência artificial não funciona com um pozinho mágico." A crítica é que esse trabalho humano some atrás da imagem da máquina que funciona sozinha: a invisibilidade do profissional.
Esta página não sabe qual alternativa você marcou — o aplicativo sabe, e começa por ela. Nele esta questão ainda traz:
Todas as questões continuam de graça, com gabarito, aqui e no aplicativo. A explicação completa é de quem assina — e as 15 primeiras são por nossa conta.
Precisava saber