Espanhol · crônica · diversidade cultural na Espanha
“Y si llueve, que llueva” es un refrán gallego. Para mí cobró sentido una noche de febrero, cuando vivía en el barrio de la Macarena de Sevilla con dos buenos amigos, gallegos también. Mi compañero y yo nos decidimos a salir ese sábado de noche, pese a que había estado lloviendo algunas horas a lo largo del día. La idea era una locura, al parecer. Le propusimos salir “de parranda” con nosotros a una amiga andaluza, ésta respondió que no, nos dijo que no iba a salir un día de lluvia. Flipamos. Comentamos entre nosotros que si los gallegos no saliésemos de casa cuando llueve, en invierno saldríamos poco. Habríamos inventado el confinamiento hace mucho. Los gallegos no dejamos de salir por la lluvia. Disponível em: https://politicahora.es. Acesso em: 26 out. 2021. O comportamento dos personagens narrado no texto destaca o(a)
abandono da própria identidade
medo dos perigos durante a noite
influência do grupo na tomada de decisão
diferença cultural entre galegos e andaluzes
variação meteorológica entre Sevilha e Galiza
Os galegos saem com chuva; a amiga andaluza se recusa, e eles se espantam. O episódio mostra uma diferença cultural entre as regiões.
Por que a D é a certa
O narrador e o amigo, galegos, decidem sair num sábado de chuva. A amiga andaluza recusa porque não sai em dia de chuva, e eles ficam pasmos: "Flipamos". Explicam que, se os galegos não saíssem com chuva, no inverno quase não sairiam, e concluem: "Los gallegos no dejamos de salir por la lluvia". O texto põe frente a frente dois hábitos regionais diante da mesma chuva.
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Precisava saber