História · Primeira República · modernização · ideia de progresso
Com a proximidade do final do século XIX, amplificam-se as expectativas com relação ao século seguinte. Se muitas eram as utopias, talvez uma das mais evidentes tenha se concentrado nas potencialidades da nova ciência, com suas invenções e projetos. Não é por mera coincidência que a agenda do país tenha sido tomada pela introdução de uma série de inventos. De forma acelerada, entraram no Brasil a luz elétrica e, com ela, o telégrafo, o telefone, o cinematógrafo. Na área dos transportes, o trem a vapor é substituído pelo elétrico, que assiste à entrada do automóvel e até do aeroplano. COSTA,A. M.; SCHWARCZ, L. M. 1890-1914, no tempo das certezas. São Paulo: Cia. das Letras, 2000 (adaptado). No Brasil, os eventos descritos ganharam conotação política ao serem vinculados à
expansão estratégica do imperialismo
ascensão gradual do mercantilismo
laicidade da educação
retomada do absolutismo
visão republicana de nação
Luz elétrica, telefone, bonde e automóvel chegam na virada do século, logo após a Proclamação. A modernização vira bandeira da República.
Por que a E é a certa
O texto descreve a chegada acelerada de inventos ao Brasil no fim do século XIX e começo do XX: luz elétrica, telégrafo, telefone, cinematógrafo, trem elétrico, automóvel e até aeroplano. É o período logo após a Proclamação da República, em 1889. O novo regime se apresentava como moderno, oposto ao Império, e associava o progresso técnico à sua ideia de nação. Foi essa ligação que deu aos inventos uma conotação política.
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