História · Idade Média · Cruzadas · religiosidade medieval
A difusão pelos cônegos do ideal apostólico, bem como a influência dos eremitas e dos pregadores errantes que na sua esteira propagavam temas evangélicos, contribuíram para fazer nascer, entre os fiéis, o desejo de se erguerem ao nível espiritual do clero e de obterem a sua salvação, sem que para isso tivessem de renunciar ao seu estado. Pela primeira vez, a Igreja entreabria as portas da graça em benefício da totalidade dos fiéis, colocando, como única condição, a sua partida para o Oriente, a fim de aí lutarem contra os inimigos de Cristo. VAUCHEZ, A. A espiritualidade da Idade Média Ocidental, séc. VIII-XIII. Lisboa: Estampa, 1995. Conforme o texto, no imaginário dos fiéis cristãos do período medieval, a salvação era alcançada por meio das
palavras escritas
práticas litúrgicas
ações voluntárias
ideias messiânicas
celebrações coletivas
A Igreja abriu a salvação a todos os fiéis, sem deixarem a vida leiga, com uma condição: partir para o Oriente e lutar. Uma ação voluntária.
Por que a C é a certa
O texto diz que os fiéis passaram a desejar a salvação sem renunciar ao seu estado, isto é, sem virar clérigos. A Igreja entreabriu as portas da graça a todos, com uma única condição: partir para o Oriente e lutar contra os inimigos de Cristo, o que remete às Cruzadas. A salvação vinha de uma ação que o fiel escolhia fazer.
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