Geografia · queimadas no Cerrado · sensoriamento remoto · ciência e meio ambiente
Com o objetivo de auxiliar a prevenção e o combate a incêndios no Cerrado, o Centro de Sensoriamento Remoto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveu um modelo computacional capaz de prever o comportamento do fogo. Essa tecnologia integra o projeto Monitoramento do Cerrado, do qual também participa o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O instituto produz e processa dados de satélite sobre focos de calor para determinar a localização de incêndios no bioma. Esses focos são o ponto de ignição para o modelo desenvolvido na UFMG: com base em outros dados, como relevo, ventos, umidade e biomassa seca, a ferramenta estima as áreas com maior risco de incêndio e prevê a intensidade e a direção de propagação do fogo no Cerrado brasileiro. LAGES, L. Tecnologia antiqueimada. Revista Minas Faz Ciência, n. 84, dez. 2020 – jan.-fev. 2021 (adaptado). Em relação à causa ambiental, o uso da tecnologia mencionada indica a
influência da produção orgânica
relevância da infraestrutura viária
significância da cosmologia nativa
importância de pesquisas acadêmicas
interferência de interesses estrangeiros
Um modelo da UFMG, com dados de satélite do Inpe, prevê risco e direção do fogo no Cerrado: a pesquisa acadêmica a serviço do ambiente.
Por que a D é a certa
O texto apresenta um modelo computacional desenvolvido pelo Centro de Sensoriamento Remoto da UFMG, que usa os focos de calor detectados por satélite pelo Inpe e outros dados, como relevo, ventos e umidade, para prever onde o fogo pode surgir e como vai se espalhar. A ferramenta ajuda a prevenir e combater incêndios: mostra a importância da pesquisa acadêmica para a causa ambiental.
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