História · ditadura civil-militar · sindicalismo rural · Ligas Camponesas
O Golpe Militar de 1964 foi implacável no combate ao que restava das Ligas Camponesas, generalizadas na década anterior. No entanto, em relação aos sindicatos, sua atitude foi ambígua. Por meio de acordos com os Estados Unidos, foram concebidos centros sindicais e cursos de liderança com base em princípios conservadores e ministrados por membros da Igreja Católica. DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma história da vida rural no Brasil. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006 (adaptado).
Os sindicatos rurais foram tratados da forma descrita no texto porque o governo pretendia utilizá-los para
controlar as tensões políticas
limitar a legislação trabalhista
divulgar o programa populista
regularizar a propriedade da terra
estimular a oferta de mão de obra
O regime de 1964 esmagou as Ligas Camponesas, mas criou sindicatos com líderes conservadores: assim controlava as tensões no campo.
Por que a A é a certa
O golpe foi "implacável" com as Ligas Camponesas, que mobilizavam os trabalhadores rurais. Com os sindicatos agiu de outro modo: criou centros e cursos de liderança "com base em princípios conservadores", dados por membros da Igreja e apoiados pelos Estados Unidos. Em vez de eliminar a organização rural, o regime a moldou para que não ameaçasse a ordem. O objetivo era controlar as tensões políticas.
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