Geografia · comunidades quilombolas · Constituição de 1988 · território e políticas públicas
No Brasil, os remanescentes de antigos quilombos, “mocambos”, “comunidades negras rurais”, “quilombos contemporâneos”, “comunidades quilombolas” ou “terras de preto” referem-se a um mesmo patrimônio territorial e cultural inestimável, que só recentemente passaram a ter atenção do Estado e ser do interesse de algumas autoridades e organismos oficiais. ANJOS, R. S. A. Cartografia e quilombos: territórios étnicos africanos no Brasil. Africana Studia, n. 9, 2007. Na esfera de ação do Estado, com a Constituição de 1988, os espaços mencionados tornaram-se objeto de
iniciativas de planejamento familiar
projetos de reorientação religiosa
programas de moradias sustentáveis
políticas de inserção social
medidas de homogeneização educacional
Os quilombos só recentemente receberam atenção do Estado. Com a Constituição de 1988, passaram a ser alvo de políticas de inserção social.
Por que a D é a certa
O texto diz que as comunidades quilombolas, com todos os seus nomes, formam um "patrimônio territorial e cultural inestimável" que "só recentemente" passou a ter a atenção do Estado. A Constituição de 1988 reconheceu o direito dessas comunidades às terras que ocupam, abrindo caminho para políticas que buscam incluí-las socialmente: titulação de terras, acesso a serviços, reconhecimento cultural.
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